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Rio Grande do Sul reabre estrada que liga região dos vales a Porto Alegre

Trecho da RSC-287 em Venâncio Aires é liberado após ser destruído pelas chuvas.

Por Redação em 08/06/2024 às 22:12:21
Foto: G1 - Globo.com

Foto: G1 - Globo.com

Trecho da RSC-287 em Venâncio Aires é liberado após ser destruído pelas chuvas. Rodovia RSC-287 é liberada no Rio Grande do Sul

Uma das principais rodovias do Rio Grande do Sul foi totalmente liberada.

Inimaginável para quem vive na região ver a RSC-287, estrada que corta o Rio Grande do Sul, sem quase ninguém. Foi assim, por mais de 30 dias, depois que as águas levaram o asfalto no distrito de Mariante, em Venâncio Aires. E o desvio passou a ser por estradas muito ruins.

É um desvio bem difícil porque a estrada agora já está seca, só que tem muita pedra. Agora o que se tem é buraqueira e um ponto com lama, com o solo enxarcado. Mas é um desvio muito difícil de fazer para todos os veículos, tanto para os mais baixos quanto para os mais pesados e caminhões que passam pelo local também.

Até ontem, a viagem do agricultor Luciano André Ferreira estava muito mais longa.

"Em vez de levar meia hora de viagem, leva duas horas. Tá complicado o desvio ali", diz.

Mas hoje já foi diferente. O movimento voltou depois que as obras ficaram prontas e a passagem foi liberada.

A RSC-287 é uma importante estrada que cruza o estado no sentido leste-oeste, ligando as regiões central e dos vales à região metropolitana de Porto Alegre.

Em uma parte da rodovia os motoristas estavam acostumados com uma longa reta. A concessionária que fez a obra precisou criar desvios em curvas, por isso o limite de velocidade caiu pela metade. Antes era de 80 km/h, agora é de 40 km/h.

"Você reduz um pouco a velocidade, mas a pista tá bem feita e tal. No mais, é tranquilo. Consegue passar de boa", diz o comerciante José Matias.

Em outro trecho da estrada, em Candelária, a reabertura de uma ponte também possibilitou a volta do tráfego de 10 mil veículos por dia. Um alívio também para quem depende desse movimento para o sustento da família.

"Nós não fomos afetados com a água, mas fomos afetados de maneiras diferentes. Nossa expectativa é que volte. Para retomar e melhorar, pois o município precisa disso", diz a dona de posto Graziela da Rosa.
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